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Finaliza  a supervisão das transições das funções da IANA à comunidade da Internet global conforme estipulado no contrato com o governo dos EUA.

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Hoje, 1° de outubro de 2016, o contrato entre a Corporação para Atribuição de Nomes e Números da Internet (ICANN) e a Administração Nacional das Telecomunicações e Informação (NTIA) do Departamento de Comércio dos Estados Unidos, para desempenhar as funções  da Autoridade para Atribuição de Números da Internet (IANA), foi declarado oficialmente vencido. Este momento histórico marca a transição da coordenação e administração dos identificadores únicos da Internet para o setor privado, processo comprometido e posto em andamento desde 1998.

"Esta transição foi concebida há 18 anos, porém, foi o trabalho incansável da comunidade da Internet global, que redigiu a proposta final, que tornou essa transição real", disse o presidente da diretoria da ICANN, Stephen D. Crocker. "Esta comunidade validou o modelo multissetorial de governança da Internet. Ela tem demonstrado que um modelo de governança definido pela inclusão de todas as vozes, incluindo empresas, academia, especialistas técnicos, sociedade civil, governos e muitos outros setores, é a melhor maneira de garantir que a Internet de amanhã continue sendo gratuita, aberta e acessível, como é a Internet de hoje".

Os usuários da Internet não perceberão nenhuma alteração ou diferença na sua experiência on-line em decorrência dessa transição das funções de supervisão.

Na administração da coordenação dos identificadores únicos da Internet, a ICANN tem um papel menor, porém importante, no ecossistema da Internet. Durante mais de 15 anos, a ICANN tem trabalhado conjuntamente com outros órgãos técnicos como o Grupo de Tarefas de Engenharia da Internet (IETF), os Registros de Internet Regionais (RIRs), registros e registradores de domínios de topo, e muitos outros.

O capítulo final do processo de privatização começou em 2014, quando a NTIA solicitou à ICANN que convocasse a comunidade multissetorial global, formada por representantes do setor privado, especialistas técnicos, academia, sociedade civil, governos e usuários finais individuais da Internet, a reunir-se e formular propostas para substituir a função histórica de supervisão da NTIA e melhorar os mecanismos de prestação de contas da ICANN.

O pacote de propostas elaborado pela comunidade global atendeu os estritos critérios estabelecidos pela NTIA em seu anúncio de março de 2014. Desde que encaminharam as propostas à NTIA, a ICANN e seus diferentes grupos de partes interessadas têm trabalhado incansavelmente para garantir que todos os trabalhos de implementação necessários tenham sido completados, de maneira que o contrato de funções da IANA pudesse vencer em 30 de setembro de 2016.

As propostas fortalecem o modelo multissetorial atual da ICANN e também visam melhorar a prestação de contas da ICANN. Entre as melhorias estão o empoderamento da comunidade da Internet global de forma a que ela possa ter um recurso direto se não concordar com as decisões tomadas pela organização da ICANN ou a diretoria da ICANN.

A transição das funções de supervisão da IANA é um testamento oferecido pelo trabalho incansável da comunidade global e uma validação do modelo multissetorial que dá estrutura a essa comunidade.

Para informar-se mais sobre a transição da supervisão da IANA, veja: https://www.icann.org/stewardship-accountability

Blog de Akram Atallah: "Novidades sobre a implementação final"

Blog de Stephen D. Crocker: "Aplausos para a comunidade multissetorial"


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Internationalized Domain Name ,IDN,"IDNs are domain names that include characters used in the local representation of languages that are not written with the twenty-six letters of the basic Latin alphabet ""a-z"". An IDN can contain Latin letters with diacritical marks, as required by many European languages, or may consist of characters from non-Latin scripts such as Arabic or Chinese. Many languages also use other types of digits than the European ""0-9"". The basic Latin alphabet together with the European-Arabic digits are, for the purpose of domain names, termed ""ASCII characters"" (ASCII = American Standard Code for Information Interchange). These are also included in the broader range of ""Unicode characters"" that provides the basis for IDNs. The ""hostname rule"" requires that all domain names of the type under consideration here are stored in the DNS using only the ASCII characters listed above, with the one further addition of the hyphen ""-"". The Unicode form of an IDN therefore requires special encoding before it is entered into the DNS. The following terminology is used when distinguishing between these forms: A domain name consists of a series of ""labels"" (separated by ""dots""). The ASCII form of an IDN label is termed an ""A-label"". All operations defined in the DNS protocol use A-labels exclusively. The Unicode form, which a user expects to be displayed, is termed a ""U-label"". The difference may be illustrated with the Hindi word for ""test"" — परीका — appearing here as a U-label would (in the Devanagari script). A special form of ""ASCII compatible encoding"" (abbreviated ACE) is applied to this to produce the corresponding A-label: xn--11b5bs1di. A domain name that only includes ASCII letters, digits, and hyphens is termed an ""LDH label"". Although the definitions of A-labels and LDH-labels overlap, a name consisting exclusively of LDH labels, such as""icann.org"" is not an IDN."